#GPM EM BENTO GONÇALVES: PERRENGUES E DICAS

Buenas, pra encerrar a maratona Bento Gonçalves, vamos falar de perrengue! Se tu ainda não leu as nossas aventuras na serra gaúcha, clica aqui pra conferir o primeiro post sobre o Vale dos Vinhedos e aqui para o segundo dia de viagem, nos Caminhos de Pedra.

Vamos ao que interessa:

  • Preciso dizer que a gente ADORA Spa. Sempre que possível, incluímos uma massagenzinha no nosso itinerário. Apesar de termos amado o hotel Spa do Vinho, cometemos uma pequena falha por falta de pesquisa e uma dose extra de achismos: o Spa não é parte do hotel, ou seja, as dependências dele não podem ser usadas pelos hóspedes a menos que os mesmos paguem por algum dos tratamentos. Não nos organizamos e não fizemos uma massagem sequer (os poucos horários disponíveis eram bem inoportunos na nossa agenda). E aí, como falamos, não usufruímos da piscina mara e nem da sauninha básica (queridinha dos europeus) que eu tinha certeza que faria parte da nossa estadia.
  • Lá no primeiro post, contei que fizemos um pequeno tour de carro no início da viagem, mas faltou dizer que a volta ao hotel foi meio tensa. Os mapas que a gente recebe não servem pra nada, só pra mostrar a ordem das paradas. A gente descobriu isso na primeira vez que o caminho delineado não foi suficiente: um carro de polícia estava desviando a passagem e a gente foi parar no meio de uma vila. Um taxista então viu que estávamos perdidos e nos disse para segui-lo, só que a gente não parava de subir e cada vez mais parecia que o entorno piorava – e aqui no Brasil, sabe como é, a gente nunca sabe em quem confiar. Pelo menos deu tudo certo, o cara foi super solícito, nos deixou na estrada e nos orientou super bem. Chegamos em segurança no hotel.
  • Como a trip é regada a vinho e a cidade está repleta de uma galera que trabalha na área, cuidado redobrado é pouco. Como já falamos no primeiro post, saí da Lídio Carraro apaixonada e um tanto alegrinha… Quando entramos no elevador do hotel – cheios de caixas, diga-se de passagem -, dois homens nos fizeram companhia. Eles falavam sobre ir ao evento que teria no dia seguinte no hotel, de uma outra vinícola, que não tinha sido exatamente a minha favorita. Eu, no auge da honestidade e no melhor espírito #GPM, achei que valia dar umas dicas e compartilhei minhas impressões de forma um tanto entusiasmada, chegando a comentar que “a Lídio Carraro dá de dez a zero”. Eles riram, deram papo e um dos homens me questionou então de onde nós éramos e eu retribui com a mesma pergunta. No lugar de me dizer “de São Paulo”, por exemplo, ele me disse que era da equipe dos vinhos que eu não tinha curtido muito. Ai, ai, ai… boca grande! Apesar da vergonha, mantive minha opinião: se o cara é inteligente, feedback autêntico é a melhor coisa que tem pra evoluir. Só que no lugar de tentar reconquistar um cliente em potencial – eu super teria mandado uma garrafa de um vinho top ou convidado para o evento -, ele não fez nada, ficou uma mistura de ofendido/envergonhado/agressivo e me deixou ir embora com uma impressão ainda pior. Too bad.
  • Foi um dia ótimo e estávamos loucos pra comer a tal da Pizza Entre Vinhos. Piscina, banhinho, bons drinks e… como chegar lá? Talvez tenha sido falta de organização, mas achei inacreditável o transporte por lá. Caminhar no escuro e sem calçada na estrada? Pagar R$100 de taxi para andar 5 minutos? Pegar o carro e arriscar um acidente/perder a carteira? Sacanagem. Cadê o Uber pra fazer uma fortuna no Vale dos Vinhedos?!
  • À noite, depois de todos aqueles drinks, tivemos uma noite um tanto diferente: rolou uma tempestade absurda, de dar medo. O céu trovejou tanto e por tanto tempo que parecia que tava rolando uma festa no céu, bem aquele efeito liga-e-desliga a luz  de forma intermitente, fora a ventania absurda que me fez acreditar que as janelas iam quebrar e toda a parte externa seria destruída. Foi uma loucura, super “spooky”.
  • Outra indiada foi encontrar os Caminhos de Pedra. O GPS não guiou de forma tradicional (pra variar) e acabamos no meio do mato totalmente perdidos. Mas preciso dizer que eu adorei seguir a estrada de chão, acompanhar o rio e ouvir os sons da natureza. Os perrengues fazem uma viagem, não adianta! A gente acaba descobrindo muita coisa legal e vive várias histórias diferentes graças a eles. Afinal, quem quer uma viagem exatamente como a dos guias? Personalizar é a pedida.
  • Também rolou uns perrengues no próprio destino, Caminhos de Pedra:
    • Tivemos que comprar coisinhas em todas as paradas, fruto do constrangimento frente a tantas explicações dos anfitriões;
    • Fui picada por dezenas de formigas e precisei tomar antialérgico (sempre importante ter remedinhos consigo!);
    • Esperamos uma eternidade para sermos atendidos na Casa da Erva-mate por sermos simpáticos e o pessoal de fora ir-e-vir sem se decidir se queriam ou não fazer o tour;
    • Perdemos a Casa da Ovelha em função do horário e das nossas delongas.
  • Na volta, optamos ir à praia e, gente, sério, foi apavorante. Saímos de Bento de tardezinha e, além de estar escuro e chover, a estrada é a pior que eu já vi. LOTADA de buracos, vimos um carro atrás do outro ter que parar pra trocar o pneu furado. Tem também muitos trechos de pista única e vários caminhões trafegando, o que aumenta muito o tempo de viagem e a gente tem que ter ultra paciência pra ir em fila a 20km/hora.

Mas como eu disse, perrengue é inevitável e sem planejamento, pior ainda. Então nossas dicas aos viajantes de Bento são:

  • Viajem com tempo e fiquem atentos aos pardais (controle de velocidade), que são muitos, e à estrada, que pode estar em péssimas condições. Podendo ir durante o dia, melhor.
  • Considerem mais tempo de viagem do que o dito pelo GPS, já que podem ter vários caminhões na pista impedindo o tráfego em velocidade normal.
  • Façam um bom planejamento do que querem ver, principalmente se a viagem for curta como a nossa: deixamos de fazer mil coisas que queríamos e não fizemos as melhores escolhas.
  • Se possível, organizem um transfer ou guia para visitar as vinícolas caso queiram fazer a degustação. Lá não tem Uber ainda, é complicado ir a pé e o taxi é caro. Também serve aquele amigo que não bebe ou que tá disposto ao sacrifício.
  • Guardem espaço na mala para as comprinhas, principalmente se não estiverem viajando de carro. Nós, que normalmente não somos de comprar tanto em viagem, fizemos um rancho. E caso vá de avião, fique atento aos limites de liquido na bagagem de mão – as vinícolas normalmente fazem entrega em todo o Brasil, pode ser uma boa opção.
  • Façam uma seleção de restaurantes e do que gostariam de experimentar, principalmente se não forem daqui. A gastronomia gaúcha é maravilhosa e lá os rodízios de galeto são imperdíveis (fica a dica do Mamma Gema).
  • Se quiserem fazer os tratamentos mara do Spa, agendem com antecedência. Fiquei curiosíssima para fazer uma massagem inspirada na produção de vinhos. Eles também tem pacotes por dias e turnos, fiquei louca de vontade! Mas fica o aviso: os preços são bem salgadinhos (o mais barato são os banhos vinoterápicos individuais que saem por R$100 e duram 15 minutos).
  • Façam as suas compras quando as virem. Regra básica de viagem! Eu quis ver tudo antes, fazer um levantamento de preços pra comprar no final. Besteira, até parece que não estou acostumada a viajar: é claro que não rolou voltar nos lugares. Fiquei sem as geleias maravilhosas da Casa Madeira e nem trouxe pra casa os creminhos que tinha visto.
  • Curtam, namorem, tenham a câmera carregada, comam e bebam bastante e nos contem tudo depois! A gente adora saber das aventuras de vocês, de como pudemos e podemos ajudar e as sugestões são sempre bem-vindas. Nós, ao contrário do cara do elevador, sempre aproveitamos os feedbacks de vocês.

Na sexta que vem, começamos uma nova maratona: Atacama e Uyuni. Não percam! Enquanto isso, nos sigam no Insta que estamos sempre postando dicas e nosso dia-à-dia pelo mundo lá no Stories. E lá é assim: quem viu, viu, quem não viu, não vê mais! Os vídeos ficam no ar só durante um dia, então tem sempre novidade.

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