#GPM EM BENTO GONÇALVES: DIA 2, CAMINHOS DE PEDRA

O seguinte post é a continuação de nosso passeio em Bento Gonçalves. Sugerimos que a leitura seja realizada após a do primeiro post, que pode ser conferido clicando aqui.

Nosso segundo dia em Bento começou bem relax: café da manhã no hotel as 11hrs – adoro quando os hotéis entendem que quem viaja muitas vezes está de férias e quer dormir até mais tarde! Não sei porque é tão incomum, mas estava uma delícia.

Arrumamos nossas coisas e fizemos o check out – que, por sinal, pode ser feito por email proporcionando mais tempo para programações mais agradáveis -, partindo para o centro de Bento pois precisávamos comprar algumas coisinhas para o restante do dia. Como era dia de semana, deu pra ver um pouco da cidade funcionando, o que a gente gosta bastante porque tira um pouco a sensação de turismo mesmo que só por alguns minutos.

Encontrar o Caminhos de Pedra não foi tão simples. O mapa não é nada claro e nem as placas, precisamos recorrer ao GPS e mesmo assim acabamos fazendo uma rota alternativa (clique aqui pra ler o post dos perrengues). No entanto, ao finalmente chegar lá encontramos uma barraquinha de informações, que foi de média utilidade.

A arquitetura local remete à época dos imigrantes, lá na segunda metade do século XIX quando os italianos vieram ao Sul do Brasil com a promessa de terra e trabalho. Passou a ser ponto turístico nas últimas décadas (quase nos anos 2000) e atualmente recebe em torno de 60.000 turistas por ano e uma forma de preservar e compartilhar a cultura daquele povo. Para ler mais a respeito, clique aqui.

A rota é uma só, mas cheia de lugarzinhos para parar. Como não tínhamos muito tempo, pedimos recomendação para os melhores – ou ao menos principais – e a moça das informações basicamente incluiu todos na lista. Então pegamos o mapinha, demos uma olhada rápida e circulamos os que nos pareceram mais interessantes e fomos alterando-os ao longo do caminho.

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A primeira parada foi na Casa de Doces Predebon, que é pequeninha e bem humilde, mas tem uma decoração  estilosinha/antiga que nos deixou babando, fora a vista que é incrível. Lá eles fazem as chimias (geleias) e todos os doces, a moça nos levou para conhecer o espaço e explicar a produção, assim como experimentar os produtos. Ela foi tão atenciosa que nos vimos comprando potes de presente e percebemos que teríamos que ser muito cuidadosos senão sairíamos do nosso pequeno tour carregados de compras desnecessárias.

Seguimos à Casa do Tomate, que conta com três espaços e pra mim é parada obrigatória. Lá, um moço muito simpático nos fez o tour em inglês, contando toda a história do Caminhos de Pedra e da imigração italiana. Foi muito legal, não dura muito tempo e dá pra ter um panorama legal do que tu estás visitando. Finalizamos com a degustação de produtos de tomate e, claro, mais umas comprinhas bem diferentes. Lá eles oferecem desde as pastilhas mais básicas até chocolate de tomate. Nosso preferido, no entanto, não foi de tomate, mas os cristais de gengibre feitos pela tia do nosso anfitrião – uma delícia para substituir balinhas!

Como haviam muitos lugares que gostaríamos de parar para tirar fotos, decidimos ir até o final do percurso e voltarmos, assim poderíamos escolher os lugares a serem visitados dentro do tempo que tínhamos.

O último da lista era o must do meu namorado: a Casa da Erva-mate. Foi sem dúvida imperdível: aprendemos sobre a produção do chimarrão e nos divertimos com o pessoal. Quem não é acostumado com a nossa cultura, por vezes apresenta um pouco de dificuldade de compreender a visita, confundindo com o chá mate. Galerinha que não é do Sul: aqui entra uma parte muito forte da nossa cultura e, como bons viajantes, é essencial se abrir pra conhecer, experimentar com braços abertos tentando entender que o chimarrão é pra gente muito mais do que o gosto.

Ali pertinho, paramos também na Casa das Cucas para uma visita rápida. Não compramos nada porque íamos à praia depois e lá temos nosso lugar favorito de cucas, mas diria que é uma ótima pedida para quem não é habituado. Cucas são uma espécie de bolo (uma delícia) e lá eles oferecem desde a tradicional de uva até aquelas sensacionais de doce de leite e chocolate.

Paramos ainda na Casa da Tecelagem/Porão de Pedra, onde fiquei com vontade de gastar a vida no andar de baixo. Colares, brincos, artigos de decoração e de casa… Me arrependi de não ter levado os descansa-talheres. O andar tem uma sala de tecelagem, onde a gente vê a produção acontecendo ao vivo, e uma loja cheia de roupas quentinhas e coloridas pra te aquecer no inverno.

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Casa da Tecelagem

Na Casa das Massas, não vimos massas, mas experimentamos um monte de salgadinhos e cookies. Que perdição! Levei um pacote de cookies de chocolate com cereja e outro de salgadinho de queijo com pimenta. Uma delícia!

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Casa das Massas

Nossa última parada era o Parque da Ovelha/Falcoaria, dito como imperdível principalmente para as crianças. É o único que custa uma graninha de dois dígitos (exceto para a loja) mas não posso falar nada porque quando finalmente chegamos lá, estava fechando (o horário de funcionamento é até as 17:30).

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Casa da Ovelha

O passeio foi muito bacana, os lugares são simples mas a arquitetura é um amor, super rústica e pode render umas boas fotos. Também adoramos conversar com o pessoal de cada Casa, ouvimos boas histórias e nos sentimos mais em contato com a cultura local. Afinal, ninguém conhece de verdade um lugar sem compreender um pouquinho quem mora ali.

Conhecer o Caminhos de Pedra leva o tempo que vocês tiverem disponível e com vontade de usufruir. Ah, e guardem um espacinho na mala porque os preços são de varejo e a gente acaba encontrando coisinhas interessantes. Nós aproveitamos bastante, passamos em torno de três horas por lá e poderíamos ter ficado mais se não precisássemos pegar a estrada. Lá tem também vários restaurantes e vinícolas, mas ficaram para a próxima vez. Nós fizemos o passeio sozinhos, mas aqueles que gostariam de o fazê-lo com o auxílio de um guia, clique aqui para ver informações.

Na sexta que vem, vamos contar um pouquinho dos perrengues que passamos por lá. Aguardem!

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